Assembleia oficializa CPI de cooperativa ligada a Eraí Maggi

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) proposta pelo deputado José Riva (PSD) foi a única a ser aprovada e oficializada (continue lendo)...

Colisão entre carretas na BR-163 deixa dois motoristas mortos

Uma colisão entre dois caminhões graneleiros resultou na morte dos dois motoristas na BR-163...(Continue Lendo)

Motorista morto em acidente na BR-364 segue sem identificação

Continua sem identificação o motorista do caminhão prancha que morreu carbonizado em um acidente na BR-364...(CONTINUE LENDO)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Anac libera uso de celulares e tablets durante todo o voo

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) vai liberar até o final do ano o uso de equipamentos eletrônicos a bordo em todas as fases do voo, desde que em modo "avião" –em que não há transmissão de sinal ou conexão à internet.

As instruções para as empresas aéreas obterem autorização da agência serão publicadas nesta quinta-feira (30) no "Diário Oficial" da União.

Na prática, os passageiros poderão manter ligados, durante todo o voo, celulares, tablets, videogames, notebooks e leitores de livros digitais, entre outros. Hoje, eles têm de ser desligados quando o avião está prestes a decolar ou a aterrissar; podem operar assim que a aeronave atinge 3.048 metros, ou 10 mil pés.

Fazer chamadas e navegar na internet, porém, continuam proibidos.

Outra novidade é a autorização para que os passageiros possam usar o celular logo depois do pouso. Pela regra vigente, o telefone tem de ser mantido desligado até o avião parar –norma que muitos já descumprem hoje.

Durante a decolagem e o pouso, os eletrônicos terão de ser guardados, mesmo ligados, no bolso do assento à frente ou no bagageiro, por segurança: uma freada brusca pode fazer um celular ou tablet voar na cabine e atingir um passageiro.

Em situações específicas, como uma turbulência, ou se o avião tiver de pousar sob baixa visibilidade, a tripulação poderá pedir que os aparelhos sejam desligados.

As liberações não serão automáticas. As empresas terão de comprovar à Anac, por documentação ou testes, que seus aviões são seguros o suficiente para voar com os aparelhos eletrônicos ligados. Também precisarão treinar tripulantes para a nova regra.

A agência estima que as primeiras autorizações sejam dadas em até dois meses. TAM, Gol e Azul já fizeram pedidos. 

EUA e Europa


As regras anunciadas hoje no Brasil estão em vigor há um ano nos EUA, o primeiro país a avançar no tema.

Lá, um grupo formado por empresas aéreas, fabricantes de aeronaves, pilotos, comissários de bordo e a indústria de eletrônicos concluiu que, em modo "avião", não havia interferência significativa nos equipamentos de navegação da maior parte das aeronaves comerciais usadas no mundo –inclusive no Brasil.

Era esse, até então, o maior motivo para a proibição continuar, a despeito da popularização de smartphones e tablets no mundo: o temor de que, ligado, o dispositivo poderia alterar o funcionamento de equipamentos do avião.

Em setembro, a Europa anunciou uma espécie de fase 2.0: abriu caminho para passageiros possam também trocar mensagens de texto e se conectar à internet. Isso não se aplica a períodos antes e durante pousos e decolagens. EUA e Brasil ainda não têm previsão de avaliar esse uso.

Em poucas horas, cinco são presos com motos roubadas, insegurança aumenta

Em poucas horas, policiais militares do 9º Batalhão prenderam cinco suspeitos por receptação de motocicletas roubadas.

As prisões ocorreram entre a tarde e a noite de quarta-feira (29), em diversos bairros da Capital, durante abordagem de rotinas e barreiras móveis montadas para checagem de veículos e apreensão de armas.

No bairro Campos Elíseos, foi apreendida uma motocicleta Honda Titan prata, que estava estacionada em frente a uma oficina mecânica. 

O veículo foi visto durante uma barreira montada pelos policiais. Na checagem, os PMs descobriram que a moto tinha sido roubada recentemente.

O condutor da moto, R.S., de 23 anos, alegou que havia pego a moto em uma dívida com um amigo, que a repassou como forma de pagamento.

No Distrito Industrial, no pátio de um posto de combustível, outros policiais prenderam A.C.L., de 19 anos, e V. S., de 21 anos. Eles estavam com uma Yamaha XTZ vermelha parada em frente a uma loja de conveniência.

Na checagem, os policiais descobriram que a moto tinha sido roubada recentemente na região do Coxipó. Os dois afirmaram que desconheciam a irregularidade.

Tentativa de fuga

Outra moto roubada foi localizada no CPA II, quando policiais prenderam A.L.S., de 37 anos, que pilotava uma Honda Cargo branca.

Ao avistar a barreira da polícia, ele largou a moto e tentou fugir a pé pulando alguns telhados, mas acabou sendo cercado por vários policiais.

Aos policiais, ele disse que pegou a motocicleta de um rapaz conhecido como “Zezão”, morador do Tijucal, que pediu para vendê-la. 

Ele iria receber uma comissão pelo serviço. R.A., de 31 anos, que estava na garupa, também foi preso.

Os cinco presos sob suspeita de receptação foram levados para o Plantão Metropolitano da Capital, onde foram autuados e liberados após o pagamento de fiança.

Fonte: Midia News - Adilson Rosa

Deputado de São Paulo defende que beneficiário seja proibido de votar

Revoltado com a derrota de Aécio Neves (PSDB) para Dilma Roussef (PT), o deputado estadual Aldo Demarchi (DEM), ex-prefeito de Rio Claro (173 km de São Paulo), defende que a Constituição Federal seja alterada para que os beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, não possam votar.

Em entrevista ao "Jornal da Cidade", de Rio Claro, na segunda-feira (27), Demarchi afirmou que o título de eleitor dos que possuem cadastro em programas sociais deve ser suspenso enquanto durar o benefício.
Dilma ganha onde as pessoas não trabalham, diz deputado de SP

"Na minha opinião, até choca um pouco, eu acho que quem depende do governo precisa ter temporariamente o seu título de eleitor suspenso. Ele deveria sim votar a partir do momento em que ele saísse da dependência do Estado", disse.

O deputado disse que o candidato tucano venceu onde "tem trabalho" e "trabalhador" e perdeu nas regiões onde as pessoas rejeitam o trabalho.

"O que ficou claro no resultado dessa eleição é que onde tem trabalho, onde existe o trabalhador, aquele que levanta de manhã, que trabalha e gera a riqueza desse país, que é São Paulo, o registro, a fotografia da mudança foi clara. Onde foi que nós perdemos? Onde a dependência do Bolsa Família, onde tem a dependência das pessoas que não querem o trabalho, que não veem o progresso dentro da sua carreira. Nós perdemos ali", disse.
Deputado não se arrepende

Em entrevista por telefone ao UOL, o deputado não mostrou arrependimento pelas declarações. "Já vi vereadores perderem o mandato porque deram cesta básica na campanha. O Bolsa Família é uma compra de voto oficializada. Se você não pode dar cesta básica porque é compra de voto, quem recebe Bolsa Família não pode votar."

O deputado, no entanto, não acha que a regra deva valer para aqueles que são beneficiados pelo governo de outras maneiras, como, por exemplo, empresários que recebem isenções fiscais ou empréstimos com juro subsidiado. "Eles pagam, produzem."

Questionado pela reportagem sobre ter dito que Aécio perdeu onde as pessoas não trabalham, Demarchi negou que esteja referindo-se a alguma região específica do país. "Não estou querendo fazer separatismo. Não estou falando do Nordeste. Aqui na minha cidade tem gente que não quer trabalhar porque ganha Bolsa Família."

Reportagem publicada pelo UOL no último dia 23 mostra que, na opinião de especialistas, muito embora o Bolsa Família ajude a impulsionar a economia do Nordeste e a reduzir a miséria, o bom desempenho de Dilma na região é reflexo do crescimento econômico do Nordeste, das obras de infraestrutura e da criação de vagas em universidades federais.

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