Quanto custa estar fora da lista de inadimplência?

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Lamentavelmente, o município de Nobres parece não ter mais jeito, não na atual administração, que teria pago R$ 5.000,00 para ver o nome fora da lista de inadimplência, ainda que temporariamente. A operação seria de risco e envolveria um terceiro nome, ainda em sigilo, mas que se for investigado vai se chegar a esse intermediador de ilusão.
Isso nos remete àquelas publicidades na internet em que uma pessoa ou escritório (de fachada) cobra parar limpar o nome do cidadão civil do SPC/Serasa. Tudo balela, se a dívida não for paga, não há como o nome sair da lista de devedores.
Para uma prefeitura como a de Nobres, que de 2011 para cá passou a operar com incontáveis empresas de assessoria, chegando ao absurdo de se ouvir do prefeito José Carlos da Silva, em recente encontro político partidário na sede da AMM (Associação Mato-grossense de Municípios) que a sua recandidatura teria sido salva por um advogado, no caso da farra com combustíveis em 2010. 


A cada mês, praticamente, aparece nos balancetes da Prefeitura de Nobres uma empresa de assessoria com contratos que nunca ultrapassam ao teto máximo de R$ 8.000,00, que é para evitar licitação.
Cinco mil reais para apenas tirar o nome da lista de inadimplentes, assim mesmo só em nível estadual e ainda temporariamente, é o mesmo que apor assinatura em um atestado de incompetência. Mas, chama mesmo a atenção é o que estaria por trás desse interesse que precisa ser investigado, o que deve ser pela Câmara Municipal de Nobres ou através de alguém que provoque o Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas, SPC/Serasa, Procon, o Vaticano, o Papa e até mesmo o Conselho Tutelar, já que isso parece coisa de adolescente rebelde e sem causa.

A questão ou o absurdo passaria por Rosário Oeste e devemos dizer que não foi através de Josias, como afirmamos, mas seria outra personalidade envolvida no caso. O plantio de citronella e o desvio de conduta de um ou outro servidor público no denominado "Caso Bomba d'Água" é um caso mal resolvido administrativamente e que até hoje, apesar de sindicância concluída, o nome apontado como envolvido diretamente no problema ainda continua na prefeitura.

Esse é mais um caso a ser fiscalizado e até investigado para saber-se quem pagou e como foi paga a quantia de 5 mil reais a um intermediador e como este conseguiu "limpar" o nome da Prefeitura de Nobres apenas temporariamente da tal lista de inadimplência. O que pode acontecer nos próximos dias será revelador. Um empréstimo, por exemplo. Não bastasse o uso da máquina pública para a contemplação de aliados políticos futuros.

Todas as nossas informações são baseadas em dados fornecidos por uma fonte sigilosa, de dentro das cercanias do poder. Quem se interessaria pelo caso?

Benedito - Ditão (TB DE NOBRES)

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