As mães e as flores.

Esses dias eu estava observando as mães...

Observava seus comportamentos, gestos, expressões, sorrisos e percebi o quanto as mães são parecidas com as flores.

Percebi que, assim como as flores, as mães são capazes de todos os heroísmos.

Depois de dias de chuvas, tempestades e sol, lá estão às flores num novo amanhecer expressando ternura e alegria.

Fiquei me questionando, já que é uma incógnita, onde as mães encontram tanta beleza e amor exterior, mesmo após terem passados por dias de desafios, lutas e sofrimentos.

Como as mães lembram as flores...

As flores não falam. É verdade! Mas em silêncio sorriem, choram, ouvem vozes, têm emoções e, acima de tudo, amam.

Não consegui interpretar o silêncio de uma mãe, mas eu mesmo já senti que a sua presença, ainda em que silêncio, suaviza momentos de dores e tristezas, alegra ainda mais os felizes momentos, tal como as flores.

Aliás, assim como as flores, as mães dão a própria vida para nos dar vida.

Do botão nasce a flor, da flor a semente e da semente ressurge uma nova planta florida.

Quanta semelhança com as flores!

As mães parecem estar em todos os momentos e em todos os lugares sempre a nos acompanhar.

Existem flores nos campos. Há mães também. Junto dos rios. Lá também estão as mães. Nas florestas, flores e mães... E às vezes na fenda de uma rocha perdida como símbolo da vida, enfrentando com muita esperança os clarões das manhãs e as escuridões das noites.

Lembrei-me da mãe solitária...

As flores têm sido inspirações para os poetas.

E ao observar as mães nasceram essas palavras.

Por: GEANDRE BUCAIR SANTOS
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