Dois candidatos disputam na majoritária e 65 lutam por 11 vagas a vereador em Nobres

Quatro coligações, 65 candidatos em busca de 11 vagas ao Parlamento municipal e dois candidatos a prefeito lutando por uma única vaga. Inicialmente, esse é o cenário estabelecido em Nobres com a divulgação do registro primário de candidaturas, com todas e qualquer uma delas sob risco de impugnação, caso haja qualquer movimentação nesse sentido, conforme estabelece o artigo 3º da Lei Complementar nº 64/90, c/c art. 40 da Resolução TSE nº 23.373/2011, cabendo a qualquer candidato, partido político ou coligação partidária e ao Ministério Público, cogitar a impugnação de candidaturas no prazo de 05 (cinco) dias contados da expedição e publicação do edital, segundo a Justiça Eleitoral.
Pela coligação "Juntos por uma Nobres Melhor" figuram os nomes de Aline Valim; Ângelo (Tabajara); Beatriz (Bia); Preá; Profª Eliran; Bacalhau; Júnior de Paula; Leonço; Lídia Mendes; Godói; Maciel (antigo Pedro Nolasco); Firmino; Márcio Sales (Carlinhos); Marcos (Pedala); Naira; Nilza; Ódison Araújo; Ricardo da Limeira; Nen do Açougue; Waner Rondon.


Em outra coligação, "Nobres no Rumo Certo", estão os nomes populares de Adelian Messias; Betinha; Joel Júnior; Joa do Petrópolis; Juscelino Costa; J. Reis; Judson Martins; Mailton da Coqueiral; Professora Márcia Rosana; Neidinha; Nilson Filho; Tetéte do Taxi; Paulo Felix; dr. Rállide; Rosimeire; Sebastiana; Chupadinha e Zilmai Ferreira de Jesus.


Pelo PSD, número 55, concorrem os candidatos Acendino Mendes; Adão do Posto; André Avelino; Antonia Azélia; Magrão; Cal Maia; Gláucia; Jandão; Jorge Telemensagens; Luci; Luiz Fischer; Tigrão Taxista e Vitória.
Já pela coligação "Mudar é Preciso II" estão na disputa os nomes populares de Catiçá; Bueno da Rádio; Flávio Rondon; Gladis; Irineu; prof. Magal; Castil; Josuel; Profª Marina; Profª Marta; Pedro Avelino; Silvestre Campos e Profª Zaira Valandro.


Entre as candidaturas majoritárias registradas estão na coligação "Para Nobres Continuar Crescendo" os registros de José Carlos da Silva, o Zé Carlos, tendo como seu vice Ney José de Campos, o Ney Campos.
Pela coligação majoritária "Mudar é Preciso" está o candidato Sebastião Gilmar Luiz da Silva, o Gilmarzinho da Ecoplan, sendo que a sua vice é Silvia Dalmolin.
Dessa forma, apresentado os nomes e as suas respectivas coligações, o prazo para possível impugnação é de cinco dias e decorrido esse prazo, sem que o Ministério Público não se manifeste e nem partidos políticos ou coligações, serão considerados aptos os candidatos majoritários e cada um dos 65 nomes que disputam onze vagas ao Parlamento municipal.


Do atual quadro de vereadores, Beto Valandro, Paula e Buri estão fora da disputa e seis dos atuais vereadores enfrentam a reeleição. Paula e Beto estão no Legislativo desde 01 de janeiro de 2001, completando um ciclo de 12 anos como parlamentares municipais em 31 de dezembro de 2012. O vereador Buri, eleito pelo PDT nas eleições municipais de 2.008, deixou a agremiação e ingressou no novo PSD, preferindo se ausentar da disputa em 2012.
Há casos de ex-vereadores que tentam voltar ao Parlamento, casos de Edison Luiz Pinto o Preá, de Waner Rondon, de Irineu Langer, de Duirço Sampaio, o Catiçá. Como um dos mais antigos militantes do velho MDB, agora no PT, Pedro Avelino tenta uma das vagas, mas há também um veterano de outras "guerras", o prof. Magal, que já enfrentou as urnas em outras quatro oportunidades, sem sucesso.


Nestas eleições, independentemente das disputas diretas, os candidatos majoritários estão recebendo apoio de ex-prefeitos, caso do prefeito Zé Carlos que vai à reeleição com apoio de Devair Valim de Melo. Já o candidato Gilmarzinho da Ecoplan tem apoio do ex-prefeito Flávio Dalmolin. Há uma disputa paralela entre os ex-prefeitos e na disputa direta entre ambos, Flávio Dalmolin levou a melhor, por duas vezes consecutivas.
Em 2.008, o atual prefeito José Carlos da Silva derrotou exatamente ao ex-prefeito Devair Valim de Melo por apenas 44 votos de diferença em uma disputa em que se registravam cinco candidaturas majoritárias.


Há quem acredite ou aposte na transferência de espólio político, ou seja, quem está fora conseguirá passar o seu "eleitorado" a um determinado candidato? Como não se trata de jogo de peteca e nem de prova de como "engolir" batata quente, o voto na urna é único e intransferível, com uma prova das mais claras de exercício da cidadania. Qualquer coisa fora desse contexto terá sido meio de persuasão do eleitor, logo, inaceitável pelas regras do jogo.


Por: Benedito / Tribuna
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