Força tática e GCCO cumprem mandatos de prisão em Nobres

Na manhã desta sexta-feira a equipe da força tática e GCCO amanheceram em Nobres, juntamente com a polícia militar e civil realizaram a operação de mandatos de prisão de uma suposta quadrilha de roubos a bancos a qual tinham integrantes na cidade de Nobres.

As investigações apontam H.V. como o líder da quadrilha que planejou o assalto, executado na manhã do dia 16 de janeiro. Ele tem mandado de prisão por homicídio em aberto, cometido em Nobres. A esposa dele também foi indiciada.

Ocrime

O assalto começou às 6h e durou cerca de 3 horas. O gerente, sua mulher e o filho de 15 anos foram rendidos em casa, por três suspeitos armados e encapuzados.


Primeiro, os assaltantes renderam a esposa do gerente e a levaram no carro da família, um Honda Civic, para uma região de mato, nas proximidades da cidade, onde ficou vigiada por um dos bandidos que ameaçaram atirar caso ela reagisse.

Na seqüência, retornaram com o carro até a casa, colocaram o gerente e o filho adolescente no veículo e seguiram até a agência. O bancário desceu do carro E foi até a cooperativa. Momentos depois, entregou um malote de cerca de R$ 100 mil aos bandidos, que fugiram no veículo levando o adolescente.

O veículo e o menor foram abandonados nas proximidades do local, onde a mãe foi mantida.

O delegado explicou que desde o início das investigações a Polícia Civil acreditava que os assaltantes eram amadores e possivelmente pessoas da região, pois estavam encapuzados e agiram de modo diferente de outros assaltos da mesma modalidade.

“Eles sequestraram a família de manhã, e não à noite, como é de costume. Então,

suspeitamos de assaltantes da região mesmo”, frisou o delegado.

Segundo Stringueta, o bando esqueceu um celular no bolso de uma roupa, deixada dentro do veículo da família abandonado.

“Pela agenda foi só cruzar os números que se falaram e identificamos todos os participantes”, destacou.

O delegado criticou a forma rápida como o dinheiro foi entregue à quadrilha, sem nenhuma orientação da polícia. “Enquanto os bancos pagarem, os gerentes continuarão sendo vítimas desses grupos”, alertou.


Da redação com informações do Midia news


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