Carol Dias diz que Pânico pegou pesado na pegadinha com Gui Santana: “Mexeu com a sexualidade dele”

Na semana passada, o programa Pânico aprontou uma das maiores sacanagens de seus quase dez anos na televisão: o humorista Guilherme Santana foi vítima de uma armação da equipe e acabou trocando beijos e amassos com um transexual por engano.
A panicat Carol Dias foi uma das protagonistas da brincadeira que aconteceu na casa de um dos integrantes, em Maresias, litoral de São Paulo. Na ocasião, a linda morena seduziu o colega Gui Santana e o levou para um dos quartos, que estava vigiado por câmeras. Ela, então, entrou no banheiro e foi substituída pelo transexual, que trocou beijos com o comediante até que a “surpresa” fosse descoberta.
Durante a pré-estreia do filme O Concurso na última segunda-feira (15), Carol Dias falou ao R7 sobre a pegadinha e admitiu que também ficaria abalada caso estivesse no lugar de Gui.
— Lá no Pânico, na verdade, as ideias são meio malucas e eu fui a isca nessa história, me mandaram fazer e eu fui. O Gui ficou chateado, eu também ficaria, porque mexeu com a sexualidade dele e isso é uma coisa muito chata. Mas é tudo uma brincadeira, ele está bem melhor, já foi conversado.
Durante o programa do último final de semana, Gui Santana contou com a ajuda de um detector de mentiras e “perdoou” Carol Dias. Segundo ele, a panicat era uma “coitada” que estaria apenas cumprindo ordens. Esbanjando bom humor, Carol fez coro e garantiu não ter sido uma das “cabeças” da armação.
— Não (foi minha ideia). Eu não sou tão inteligente assim pra dar essas ideias (risos) Eu adoro o Gui, é um querido, nós conversamos sempre. Acho que ele ficou chateado com a situação, com a galera que tira sarro, mas com o pessoal do elenco ele já está normal. Claro que não vai ficar de graça, alguém vai se ferrar nessa, mas já deu uma aliviada.
A própria Carol já foi vítima de brincadeiras de gosto duvidoso, como tomar um banho de baratas em uma das provas com o diretor Bolinha. Ela, no entanto, disse respeitar o perfil do humorístico e estabeleceu os seus limites.
— Eu acho que o limite é individual e você tem que fazer humor tomando cuidado para não ofender as pessoas, não dizer coisas que a pessoa possa te processar. Mas o Pânico é um programa de humor um pouco mais pesado mesmo.
R7.com
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